--- schema_version: 0.1.0 type: entity entity_class: event event_id: EV-1977-09-XX-operacao-prato canonical_name: Operação Prato aliases: - Operação Prato event_class: uap-encounter date_start: 1977-09 date_end: 1977-09 date_confidence: high primary_location: Ilha de Colares, Pará, Brasil observers: [] uap_objects: [] documented_in: [] total_mentions: 0 documents_count: 0 narrative_summary: In September 1977, the Brazilian Air Force (FAB) launched a covert field investigation — designated Operação Prato — on Ilha de Colares, in Pará state, following widespread reports of luminous aerial objects that were physically affecting the local population. Under the command of Captain Uyrangê Hollanda Lima, the team spent roughly three months photographing and filming unidentified objects, interviewing hundreds of witnesses, and documenting injuries that residents attributed to tight beams of light directed at them from the objects — a phenomenon locals called 'chupa-chupa.' The collected material reportedly comprised thousands of photographic frames and hundreds of pages of testimony, all classified upon the operation's conclusion in December 1977. In 1997, shortly before his death, Hollanda gave a detailed interview in which he acknowledged that the phenomena his team observed defied conventional explanation and had left a lasting psychological impact on the investigators themselves. A portion of the FAB files was made available to researchers in 2004, confirming the operation's scope, though significant portions remain restricted. narrative_summary_pt_br: Em setembro de 1977, a Força Aérea Brasileira (FAB) lançou uma investigação de campo sigilosa — denominada Operação Prato — na Ilha de Colares, no Pará, em resposta a relatos generalizados de objetos aéreos luminosos que estavam afetando fisicamente a população local. Sob o comando do Capitão Uyrangê Hollanda Lima, a equipe passou cerca de três meses fotografando e filmando objetos não identificados, colhendo depoimentos de centenas de testemunhas e documentando ferimentos que moradores atribuíam a feixes de luz dirigidos pelos objetos contra pessoas — fenômeno que a população local chamou de 'chupa-chupa.' O material coletado teria incluído milhares de fotogramas e centenas de páginas de depoimentos, todos classificados ao término da operação, em dezembro de 1977. Em 1997, pouco antes de sua morte, Hollanda concedeu uma entrevista detalhada na qual reconheceu que os fenômenos observados por sua equipe desafiavam qualquer explicação convencional e deixaram marcas psicológicas duradouras nos próprios investigadores. Uma parte dos arquivos da FAB foi disponibilizada a pesquisadores em 2004, confirmando a dimensão da operação, embora parcelas significativas permaneçam restritas. summary_status: curated summary_confidence: high enrichment_status: none external_sources: [] last_ingest: '2026-05-18T03:36:51Z' last_lint: '2026-05-18T03:36:51Z' wiki_version: 0.1.0 --- # Operação Prato ## Description (EN) In September 1977, the Brazilian Air Force (FAB) launched a covert field investigation — designated Operação Prato — on Ilha de Colares, in Pará state, following widespread reports of luminous aerial objects that were physically affecting the local population. Under the command of Captain Uyrangê Hollanda Lima, the team spent roughly three months photographing and filming unidentified objects, interviewing hundreds of witnesses, and documenting injuries that residents attributed to tight beams of light directed at them from the objects — a phenomenon locals called 'chupa-chupa.' The collected material reportedly comprised thousands of photographic frames and hundreds of pages of testimony, all classified upon the operation's conclusion in December 1977. In 1997, shortly before his death, Hollanda gave a detailed interview in which he acknowledged that the phenomena his team observed defied conventional explanation and had left a lasting psychological impact on the investigators themselves. A portion of the FAB files was made available to researchers in 2004, confirming the operation's scope, though significant portions remain restricted. ## Descrição (PT-BR) Em setembro de 1977, a Força Aérea Brasileira (FAB) lançou uma investigação de campo sigilosa — denominada Operação Prato — na Ilha de Colares, no Pará, em resposta a relatos generalizados de objetos aéreos luminosos que estavam afetando fisicamente a população local. Sob o comando do Capitão Uyrangê Hollanda Lima, a equipe passou cerca de três meses fotografando e filmando objetos não identificados, colhendo depoimentos de centenas de testemunhas e documentando ferimentos que moradores atribuíam a feixes de luz dirigidos pelos objetos contra pessoas — fenômeno que a população local chamou de 'chupa-chupa.' O material coletado teria incluído milhares de fotogramas e centenas de páginas de depoimentos, todos classificados ao término da operação, em dezembro de 1977. Em 1997, pouco antes de sua morte, Hollanda concedeu uma entrevista detalhada na qual reconheceu que os fenômenos observados por sua equipe desafiavam qualquer explicação convencional e deixaram marcas psicológicas duradouras nos próprios investigadores. Uma parte dos arquivos da FAB foi disponibilizada a pesquisadores em 2004, confirmando a dimensão da operação, embora parcelas significativas permaneçam restritas.